Band Cidade Campinas - arvores fiação elétrica - 17 04 2013

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quarta-feira, 17 de abril de 2013 - 14h15 Atualizado em quarta-feira, 17 de abril de 2013 - 14h15

 

Conflito entre a rede elétrica e as árvores

 

Reclamação freqüente dos moradores de Campinas ainda é desafio para Executivo e concessionária

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cambuí é um dos bairros em que a situação é muito crítica

Thomaz Marostegan/Metro Campinas

 

Do Metro Campinas jornalcps@band.com.br

 

Entra ano, sai ano, entra governo, sai governo e alguns problemas continuam a perturbar os campineiros.

 

Em maio do ano passado, o Metro já havia relatado a relação conflitante da fiação da rede elétrica com as árvores e até mesmo com os caminhões que circulam pela cidade. Passado quase um ano, a poda ainda é uma das principais queixas feitas à pasta de Serviços Públicos por meio do serviço 156.

 

E não dá para especificar o bairro onde a situação é mais crítica. O problema está por toda parte. A população tem razão em reclamar, confirma o secretário Ernesto Paulella.

 

Na Vila Teixeira, por exemplo, há uma árvore que está tirando o sono da moradora Miriam Angelis. Os galhos já atingiram a fiação elétrica. O medo é o de que a árvore caia e cause um transtorno ainda maior. A CPFL ainda disse que a poda só será feita em 60 dias, relata.

 

Já no Cambuí, o problema tomou uma proporção tão grande que os moradores desistiram de reclamar e passaram a levantar a bandeira da instalação subterrânea da fiação, tal qual é em outros países. A fiação aqui é obsoleta. Nós não estamos felizes com o serviço que nos é oferecido. Por isso, esperamos mudanças. Se você vai em um restaurante, pede um bife e te dão um omelete, você vai mandar trocar, certo? Então, que seja assim. Não estamos contentes com sas concessionárias.

 

Alguém tem que fazer alguma coisa, afirma a gestora ambiental Tereza Penteado, responsável pelo movimento Resgate Cambuí.

 

Com a situação cada vez mais crítica, os moradores acumulam problemas:

a interrupção no fornecimento de energia e a internet e o telefone que sempre ficam fora de serviço.

 

Do lado da Prefeitura de Campinas, Paulella afirma que há um número de 

profissionais subdimensionado para dar conta da demanda. Em janeiro eram apenas cinco profissionais para realizar o serviço em toda a cidade, que davam conta de, no máximo, 50 podas por dia. No entanto, na época, eram feitos, segundo o secretário, cerca de 300 novos pedidos de podas de árvores diariamente.

 

Hoje a prefeitura conta com 25 profissionais, o que ainda é insuficiente.

O Executivo pretende, até julho, contratar uma empresa para colocar 100 novos profissionais para desempenhar, exclusivamente, esse serviço.

 

Entretanto, o secretário concorda com o Resgate Cambuí e acha que a fiação 

tem de ser subterrânea. O engraçado é que a culpa sempre recai sobre a coitada da árvore. Se a fiação fosse subterrânea conseguiríamos dar conta da demanda e as árvores não seriam prejudicadas, já que a poda interfere até no crescimento.

 

Em resposta, a CPFL Energia informou que realiza somente podas emergenciais para evitar riscos de danos à rede elétrica. Sobre a Vila Teixeira, a poda será executada dentro do prazo estipulado e, segundo o engenheiro líder da empresa, Josias Ricardo de Souza, não há risco de interferência na rede elétrica durante este período. A empresa ainda disse que desenvolve o Programa de Arborização Urbana, focado na convivência harmoniosa entre a rede e as árvores

ÁRVORES X FIOS